sexta-feira, 28 de março de 2008

Wikipédia define: Felicidade e Tristeza


Felicidade, alegria, júbilo ou contentamento são termos que representam um sentimento humano de bem-estar, euforia, empolgação, paz interna. O oposto de alegria é tristeza.
Alegria é um sentimento agradável. Quando em grande quantidade gera empolgação ou inquietação.


...


Tristeza ou desgosto é um sentimento humano que expressa desânimo ou frustração em relação a alguém ou algo. É o oposto da alegria. A tristeza pode causar reações físicas como depressão nervosa, choro, insônia, falta de apetite, e ainda, reações emocionais, como o arrependimento.
A tristeza pode ser originada da perda de algo ou de alguém que se tinha de muito valor; esta emoção pode ser potencializada se aquele que sofre de tristeza passa a acreditar que poderia ter feito algo para recuperar ou evitar a perda, mesmo que este algo a fazer seja na prática impossível de se concretizar, e independe da vontade do triste.
É comum a tristeza ser descrita como algo amargo, ou como uma dor, ou como sentimento de incapacidade, ou ainda como algo escuro (trevas).
A tristeza pode ser a consequência de emoções como o egoísmo, a insegurança, a baixa
auto-estima, a inveja e a desilusão. São emoções que, quando não são tratadas logo, podem terminar gerando tristeza, ou em casos extremos a depressão nervosa.
Não apenas sintomas psicológicos são resultantes da tristeza. Em casos de angústia prolongada o indivíduo pode passar a apresentar sintomas de hipertensão, problemas de pele e a queda e o embranquecimento precoce dos cabelos. Também o
coração pode ficar fisicamente comprometido podendo levar a vítima a quadros graves: arritmia, ataque cardíaco, dentre outros problemas. A tristeza pode vir de fora para dentro; quando é gerada por elementos que circundam o indivíduo; ou de dentro para fora; quando simplesmente surge por uma inadaptação do indivíduo ao meio.


...


A felicidade é assim: resumida, fácil...

Olha só a definição de felicidade e tristeza: até para se ler as duas, tristeza é muito mais trabalhoso.

É uma questão de praticidade. Ser feliz é mais pratico!

Deixemos de complicar a vida e vamos ser felizes!!!!

terça-feira, 25 de março de 2008

Para Dan...


Amado
Vanessa Da Mata


Como pode ser gostar de alguém

E esse tal alguém não ser seu

Fico desejando nós gastando o mar

Pôr do sol, postal, mais ninguém


Peço tanto a Deus

Para esquecer

Mas só de pedir me lembro

Minha linda flor

Meu jasmim será

Meus melhores beijos serão seus


Sinto que você é ligado a mim

Sempre que estou indo, volto atrás

Estou entregue a ponto de estar sempre só

Esperando um sim ou nunca mais


É tanta graça lá fora passa

O tempo sem você

Mas pode sim

Ser sim amado e tudo acontecer


Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão, nem pena

Nessa doação, milagres do amor

Sinto uma extensão divina


É tanta graça lá fora passa

O tempo sem você

Mas pode sim

Ser sim amado e tudo acontecer

Quero dançar com você

Dançar com você

Quero dançar com você

Dançar com você

segunda-feira, 17 de março de 2008

Onde os Fracos Não Têm Vez


(No Country For Old Man, 2007)


Direção: Ethan Coen, Joel Coen

Elenco: Tommy Lee Jones, Javier Bardem, Josh Brolin, Woody Harrelson, Kelly Macdonald, Garret Dillahunt.

Produção: Ethan Coen, Joel Coen, Scott Rudin

Roteiro: Ethan Coen, Joel Coen, baseado no romance de Cormac McCarthy



Por Celso Sabadin


Longos planos abertos. Muita poeira e muito silêncio na vastidão árida do Texas. Uma mala cheia de dinheiro, um homem comum, um punhado de criminosos e altas doses de sarcasmo e cinismo. Estão alinhavados os elementos básicos ideais para o novo filme escrito e dirigido pelos sempre criativos irmãos Ethan e Joel Coen: Onde os Fracos Não Têm Vez.

A ação se passa nos anos 80, momento em que o caladão Llewelyn (Josh Brolin), ao caçar veados em pleno deserto, se depara inadvertidamente com um cenário de guerra: cinco camionetes abandonadas, dispostas quase em círculo, praticamente a mesma formação que as antigas carroças dos pioneiros usavam para se defender dos ataques indígenas. Dentro delas, cadáveres ensangüentados, incontáveis buracos de bala e um carregamento de drogas. Há apenas um sobrevivente, agonizante. Astuto, Llewelyn liga os pontos e logo chega ao fator decisivo que desencadeou todo aquele massacre: uma mala entupida de dólares. Achado não é roubado. Porém, o pacato cidadão tem sérios problemas para manter o dinheiro em seu poder, já que a mala também está sendo procurada por Chiguhr (Javier Bardem), um psicopata completamente enlouquecido que mata suas vítimas com uma potente arma de ar comprimido. No meio deste jogo mortal de gato e rato está a figura enigmática do xerife Bell (Tommy Lee Jones), um homem calejado que parece já ter visto de tudo na vida.


A simples leitura desta sinopse remete a vários outros filmes já realizados pelo cinema, com maior ou menor grau de competência. O clichê do homem comum que encontra uma grande quantidade de dinheiro e é caçado por isso pode ser visto tanto em Um Plano Simples, de Sam Raimi, como em O Homem que Copiava, de Jorge Furtado, entre tantos outros. O diferencial de Onde os Fracos Não Têm Vez não está no conteúdo, mas na forma pela qual a história é (re)contada. Mais uma vez, os Coen recriam um universo de tipos impagáveis, personagens fascinantes que trafegam livremente pela finíssima linha que divide a lei da marginalidade, vida da morte, o sucesso absoluto do ostracismo total. E sempre com a marca registrada dos irmãos, o cinismo.


Com estética de faroeste, o filme flutua com desenvoltura tanto pelo drama sanguinário como pela comédia sarcástica. Seu ritmo é contemplativo, sem pressa e - raridade hoje em dia - quase nunca se recorre à trilha sonora. E os diálogos são fascinantes.

A semana foi uma loucura...


Hoje começa outra e espero, sinceramente, que seja mais leve, mas cristalina, mais amena que a passada!

Turbilhão de palavras ditas em momentos inoportunos me fizeram refletir na possibilidade de 'ser' e 'estar' onde me encontro hoje.

A volta há de ser dada e tem que ser 'por cima'. Não há outro caminho!!!


"O ouvido humano é surdo aos conselhos e agudo aos elogios"



Conselhos, nenhum...

Elogios??

Alguns...


Que venha a semana, o mês, o infinito ano!!!!!!

sexta-feira, 14 de março de 2008

DIA NACIONAL DA POESIA


Cora Coralina
Todas as Vidas

Vive dentro de mim

uma cabocla velha de mau-olhado,

acocorada ao pé do borralho,

olhando para o fogo.

Benze quebranto.

Bota feitiço...

Ogum. Orixá.

Macumba, terreiro.

Ogã, pai-de-santo...


Vive dentro de mim

a lavadeira do Rio Vermelho.

Seu cheiro gostoso d'água e sabão.

Rodilha de pano.

Trouxa de roupa, pedra de anil.

Sua coroa verde de São-caetano.


Vive dentro de mim

a mulher cozinheira.

Pimenta e cebola.

Quitute bem feito.

Panela de barro.

Taipa de lenha.

Cozinha antiga toda pretinha.

Bem cacheada de picumã.

Pedra pontuda.

Cumbuco de coco.

Pisando alho-sal.


Vive dentro de mim

a mulher do povo.

Bem proletária.

Bem linguaruda,

desabusada,

sem preconceitos,

de casca-grossa,

de chinelinha,

e filharada.


Vive dentro de mim

a mulher roceira.

-Enxerto de terra,

Trabalhadeira.

Madrugadeira.

Analfabeta.

De pé no chão.

Bem parideira.

Bem criadeira.

Seus doze filhos,

Seus vinte netos.


Vive dentro de mim

a mulher da vida.

Minha irmãzinha...

tão desprezada,

tão murmurada...

Fingindo ser alegre seu triste fado.


Todas as vidas dentro de mim:

Na minha vida - a vida mera das obscuras!


segunda-feira, 10 de março de 2008

Sesc Teresópolis




Espetáculo Mulheres de Todos os Tempos.


Dia 8 de março.




Erika Maul, Renata Alves, Raquel Theo e Renata Garcia




Mulheres de Todos os Tempos...




Nessa ciranda eu vou
Gira, girar, girarei
Serei a estrela que eu quiser
No mundo que eu inventei
No mundo que imaginei
Gira, girar, girarei

Já fui princesa, já fui santa
Domadora de leões
Já fui artista
a emocionar corações
No mundo que eu inventei
No mundo que imaginei
Gira, girar, girarei