Eu sinceramente não sei o que passa na cabeça desse povo que em vez de ajudar quer mais é que o povo se ferre.
Quatro meses de conta e já paguei todos os pecados dessa vida e da anterior!


"Quero a vida sempre assim com você perto de mim
Até o apagar da velha chama
E eu que era triste
Descrente deste mundo
Ao encontrar você eu conheci
O que é felicidade meu amor"



A vida lhe dera muitos presentes. Cercada de amor e felicidade podia-se dizer que era quase um conto de fadas moderno. E tudo isso pode passar em apenas um minuto por sua mente no momento em que ela deu, ali do 23º andar, seu último passo ao nada. Ela ainda teve tempo de sorrir antes que fosse ouvido um baque surdo de seu corpo indo de encontro ao asfalto sujo.


É aquele tipo parasita, sanguessuga, ordinário, oportunista, quase vigarista que envergonha a sociedade humana
Espertalhões trabalham de terça a quinta, tem férias de 90 dias, licença liberada e remunerada. Passagens aéreas PAGAS, moradias PAGAS, correspondência PAGA, combustível PAGO, comidinhas, drinks e putarias PAGAS!
Amantes liberadas...
Suplentes oportunistas, gente que foi gerada no esgoto do inferno!
Mas esses ociosos parasitas nacionais, essa corja ociosa típica das câmaras e do senado das terras brasilis tem seus momentos de ação! Olha a consideração. Bastam ouvir as palavras VERBA, propina, bufunfa, money, grana, armação, lavagem ou troca-troca, TRAGÉDIA COM MUITOS MORTOS. Neste momento está garantida as suas inúteis existências. Com lágrimas de crocodilo e doações alheias a festa vai começar!!!
Tragédia tem haver com: verbas liberadas imediatamente sem controle, com a certeza de desvios ociosos que garantam futuro com mais mortes, mais verbas, vezes mais tragédia e ociosamente nada acontece a não ser com as verbas.
A corja ociosa dos Politics of the Brazil se organiza: aumentam seus salários em 62%! Uuaauuuu!!! Em menos de 8 horas deputados e senadores são fast quando se trata de votar seus próprios salários. 99% votaram a seu favor e somente um votou contra?
- Hummm... acho que foram 6 ou 7....
- Nossa, quanta diferença, hein!!!
Viva a corja nacional anormal, sem ética, nem moral!!!
Canalha profissional.
Ordinários, ociosos, impunidade garantida e muito, muito, muito, muitoooooo dinheiro de volta.
Orações com propina nas mãos!
Ociosos vadios, similar no mundo não existe não!
Na historia da humanidade nem os gregos nem os romanos poderiam imaginar gente tão ociosamente ordinária como The Politcs of the Brazil. Com todo respeito aos 3,7 ou 6,1% honestos, grandes idealistas, exemplos geniais. Saudades de homens sensacionais, de Ulisses e de Darcys...
ACORDA ALICE!!!! Uma andorinha só não faz verão!!!!
A não ser quando ociosos governadores conseguem salários fabulosos de aposentadoria integral. Safados, ordinários, cara de pau: Trabalham quatro aninhos e... MILIONÁRIOS PARA SEMPRE!!!
Gente... Se esses políticos tivessem mãe, por que nome vocês os chamariam?
FILHOS DA PUTA!!!! - com todo respeito as putas.
* Texto de Fernando Vianna
O Ócio Canalha faz parte do espetáculo 'Quem Roubou Meu Futuro?' que está em produção com estréia prevista para esse ano.
"A barata diz que tem sete saias de filóClaro que existe, mas falando assim a coisa toda fica mais dramática!!!
Tudo aconteceu quando eu estava lavando a louça em casa à tardinha, aquela que os filhos vão largando depois que você já arrumou a cozinha depois do almoço: milhares de copos, alguns talheres, canecas, xícaras. Parece que mora um batalhão quando na verdade somos só 4! Distraída, com a TV ligada em algum programa sensacionalista, vi passar algo correndo pelo chão. Algo minúsculo e marrom. Aquele ser odiado por 99% das mulheres, com suas patinhas serrilhadas e peludas, suas anteninhas movendo-se sem parar, seu corpinho cascudo que estala quando algum ser humano macho insiste em matá-la com um pisão. Sim, porque nós, mulheres, matamos de forma mais sutil.
Então pensando em toda sutileza que poderia usar contra aquela minha inimiga mortal, me armei com uma vassoura numa mão, um inseticida na outra e troquei os chinelos pelas galochas. Pedi aos céus para me ajudar naquela luta feroz e entrei na arena. Minha adversária olhou para mim e correu para debaixo da mesa. Arrastei a mesa e ela veio para cima de mim. Com um grito, dei um pulo pra trás e por alguns momentos a perdi de vista. Foi o suficiente para ela correr para embaixo da geladeira e me fazer ajoelhar diante de seu esconderijo. Sem piedade mandei um jato de inseticida em sua direção e ela parecendo já adivinhar meus movimentos dessa vez correu para debaixo do freezer. O inseticida não foi suficiente, então tratei de enfiar a vassoura por todos os lados. O que a fez mais uma vez vir em minha direção, me atacando de forma brusca sem dar tempo de me defender. Caí sentada e senti que lágrimas começariam a escorrer pelo meu rosto. Estava cansada, mas não poderia desistir. Não!!! Aquele pequeno bicho escroto não haveria de me vencer tão facilmente. Me levantei e olhando ao redor pude avistá-la em um canto perto da porta querendo sair. Será que estava tentando buscar ajuda? Ela não tinha cara de que fugiria de mim. E então, sem pensar muito arranquei uma das galochas e joguei em sua direção. Errei quando ela se mexeu. Minha adversária não demonstrava o menor cansaço, enquanto que eu já estava suando e respirando com um pouco de dificuldade. Tinha que acabar logo com aquilo ou ela me venceria. Num golpe de sorte a vi encurralada entre um dos cantos da cozinha e o pé de uma cadeira. Não pensei duas vezes, fui em sua direção com o spray de inseticida já engatilhado e BOOM, dei uma longa espirrada em seu corpo cascudo! Primeiro pensei que ela morreria afogada. Mas ela conseguiu sair da poça de veneno cambaleando sem saber pra onde se dirigir. Peguei a vassoura novamente e a coloquei de barriga pra cima. Sem conseguir se virar, como uma tartaruga com seu casco virado, a bichinha mexia suas patas nervosamente até que foi parando, parando, parando e parou. Ela sufocou! Morreu.
Tudo estava bagunçado ao meu redor, um verdadeiro caos. O duelo foi digno de transmissão pela ESPN em horário nobre, um clássico!
Peguei um pedaço de papel e como uma guerreira que acaba de cumprir sua missão ganhando uma batalha, retira o corpo inerte da barata para o lixo.
Mais uma vez, bem venceu o mal!!!!

"Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu"
Ela se debruça na janela pela manhã, sente o cheiro da primavera que desabrocha em tons de lilás e percebe que há muito que fazer nos próximos dias. Precisa colocar os sentimentos em ordem e começar a caminhar de volta a vida que a tanto está perdida. Isso significa limpar as gavetas do coração, jogar fora todas as tranqueiras que guardou nos últimos anos, tirar o pó do que ainda merece ser guardado e expor o que um dia deixou pra trás de forma errada e tinha que ser recuperada em prateleiras altas e firmes.
O dilema maior era escolher o que deveria ficar e o que deveria ir embora.
Eram tantas coisas, tantas recordações, tantas palavras ditas...
Quais os momentos que mereciam ser lembrados? Quais as fraquezas deveriam ficar para que sempre se lembre que nada pode ser feito sem ter conseqüência? Quais os medos mereciam ficar ali no cantinho para saber o que deveria ser repetido e o que não deveria?
A vida ensina, mas às vezes não se assimila.
E sem mais nem porque ela resolve deixar tudo como está. Isso não é o certo, mas era o que ela estava acostumada a fazer: deixar as coisas se acomodarem sozinhas achando que tudo ficaria bem. Mais uma vez ela achava que poderia esconder os restos de um mundo sofrido embaixo do tapete.
E ali, naquela janela, observando atentamente o movimento da vida, ela resolve deixar tudo em aberto na expectativa que ainda seria feliz sem ter que arrumar a bagunça que deixara pra trás. A bagunça do coração lotado de coisas que deveriam ser entregues de vez ao passado.
Satura Cia de Teatro
Já tem um tempo que o clima anda pesadíssimo para qualquer ser normal antenado com o mundo.
A copa do mundo tomava conta de todas as mídias, mas já explodiam dois casos de assassinatos bizarros pelo jornalismo: o sumiço de Eliza Samudio e a morte da advogada Márcia Nakashima.
Quando a Copa terminou não se falava mais em outra coisa. Prisões, depoimento, corpo desossado, advogados falastrões, delegados enrolados, pedidos de harbeas corpus, um monte de expressões jurídicas... Circo armado e até agora nenhuma conclusão.
Depois apareceu o caso do filho que matou o pai, dono do restaurante Rei do Bacalhau, e todas as pessoas que sabiam do crime: advogado, pai de santo, funcionários e mais alguns. Típico roteiro hollywoodiano.
Daí aparece um episódio de atropelamento de um skatista em um túnel desativado com filhinhos de papai fazendo ‘pega’ seguido de corrupção policial que só veio a tona porque a vítima era filho de uma atriz global.
Passa mais um ou dois dias e vemos a noticia de um rapaz na carona de uma moto baleado na cabeça por trás somente porque o pai, que dirigia a moto, não parou quando a policia fez sinal. Já sabem quem atirou, né?
No fim de semana foi preso um ‘maníaco’ que confessou ter matado mais de sete mulheres enquanto foragido de uma pena semi aberta que deveria cumprir por outros assassinatos e estupros. Semi aberta para assassinato????
Isso sem contar os seqüestros relâmpagos, os arrastões de carros em vias engarrafadas, os casos de pedofilia que se multiplicam, roubos, mortes...
Páginas policiais fervilhando e a sociedade a mercê de crimes cada vez mais hediondos.
Só estou escrevendo sobre isso porque não quero de maneira nenhuma achar que isso tudo é normal. Que isso tudo faz parte do dia a dia de um país que mostra tanta fragilidade na segurança dos seus cidadãos.
Não é normal.
Não dá para abaixar a cabeça quando um babaca vem de fora, é extremamente bem tratado aqui para fazer o trabalho dele e quando volta para a casa fala mal de seus anfitriões. Stallone é um completo idiota quando nos acha simplórios e bobos ao usar de toda educação com ele.
O país está realmente em dificuldades.

O amor está no ar...
Dia dos namorados chegando, vitrines decoradas com grandes corações vermelhos, a programação da TV só fala em cenários românticos para passar o fim de semana, os comercias são cheios de beijos na boca, os motéis estão em promoção com suas banheiras de espuma, camas decoradas com pétalas de rosas e muita champagne, ai, ai...
Alguns filmes que passarão ao longo da semana:
Um Amor para Recordar, Vestida para Casar, O Amor não Tira Férias, P.S. Eu Te Amo, De Repente é Amor, Uma Carta de Amor, Quando o Amor Acontece, Amor Além da Vida, O Amor não Tem Regras, Tudo Por Amor...
Amor, amor, amor, amor.... Ahhhh... O amor.
E quem não tem namorado?? Se mata???
Esse ano nem posso fazer simpatias. Santo Antonio cortou relações comigo desde que eu o coloquei de cabeça para baixo num copo de cachaça no ano passado. Pensa que ele
‘morreu’ afogado??? Meu santinho bebeu toda a cachaça e acordou no dia seguinte com uma ressaca danada. Resultado: nada de namorados para Dona Renata nos próximos cinco anos.
Há quem sempre sopre em meu ouvido a velha máxima: ‘antes só do que mal acompanhada’. Sei! Quero saber qual é a mulher que tem coragem de sentar sozinha num restaurante na noite do dia 12 de junho. Não adianta postar nos comentários que mulheres bem resolvidas fazem isso sem o menor problema. Vai ser bem resolvida assim nos quinto dos infernos!!!
Para quem esta na mesma situação que eu, vamos fazer o seguinte: nada de se matar. Alugue um dvd trash - Lambada, a dança proibida, Serpentes a Bordo, A Vila, qualquer um da série de Jogos Mortais, Hora do Pesadelo ou Sexta-feira 13 – compre uma garrafa de tequila, 5 barras de chocolate e guarde o celular na gaveta (ele não vai te ligar!)
Voilà!!!!
Noite perfeita para não pensar em nada, apenas curtir o quanto a vida será melhor depois que você passar por esse ritual. Quando acordar e curar sua ressaca, voltar ao regime e só voltar a escolher filmes bons para assistir se sentirá uma pessoa melhor. Digo mais, purificada!!!
E se no próximo ano Santo Antonio continuar de mal, aumente a dose da tequila.

As noites de conversas amistosas com amigos sempre são bem vindas. No aconchego da nossa casa ou de uma casa onde somos bem recebidos, melhor ainda. E o que dizer quando essa reuniãozinha se dá na cozinha, no calorzinho do forno acesso de onde saem coisinhas gostosas para beliscar e acompanhar as piadas e os debates que se sucedem a mesa??
Mesa boa é assim: rola conversa afinada e afiada. Se fala do cotidiano. Da dieta que não foi feita, da rotina do trabalho, da limpeza da casa, de como as mulheres são de Venus e os homens de Marte. Isso sim dá discussão, mas se somos (nós, mulheres) maioria a mesa a coisa sempre fica a nosso favor. E se não fica, falamos mais alto e mudamos de assunto para não dar razão aos tais marcianos.
Como concordar com os marcianos quando eles insistem em dizer que pensamos da mesma forma que eles quando o assunto são os relacionamentos amorosos?? Com eles o casamento que está maçante se arrasta por tempo indeterminado por pura acomodação e quando acaba, por iniciativa das mulheres, eles logo tratam de se aninhar nos braços de alguma periguete com metade de sua idade.
Alguma mulher faz isso???
Por favor, alguém aí levante o dedo e confirme isso pra mim.
Porque eu nunca me imaginei numa situação dessa e acredito que estou com a maioria.
Eles falam que a tal periguete acrescentam vivacidade e dinamismo as suas vidas. SEI!
O desfile com a ninfeta pela rua mais badalada da cidade é o que importa. Estou enganada?
As venusianas estão muito mais interessadas em reorganizar suas vidas administrando as contas com o ínfimo salário do mês e equilibrando o orçamento com programas de qualidade acompanhada dos bons amigos. Se num desses programas algum bebê nos rende um elogio, sorrimos com o ego massageado, pode rolar algo mais, mas nem por isso saímos desfilando de braços dados com o menino pela cidade.
Vejam, não estou aqui criticando quem faz. Mas acredito que a grande maioria não faz.
Mais uma vez pergunto: estou enganada???
Não adianta... Homens e mulheres pensam de forma muito diferente. E não é questão de idade ou escolaridade ou fatores financeiros ou religião ou ou ou... Homens são homens, mulheres são mulheres e pronto.
Mas essas discussões são extremamente saudáveis entre amigos queridos e terminam sem soluções, ninguém dá o braço a torcer e a única coisa que resta é brindar às diferenças que sempre irão atrair homens e mulheres!!!

Estava tentando adaptar um texto para o espetáculo de teatro e me peguei imaginando o que me irritava demais nessa vida para escrever sobre os surtos nossos de cada dia.
Imaginem a cena:
Lugar: Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro.
Dia: 24 de julho, ápice do inverno.
Horário: 02h35min da madrugada.
Temperatura: 8 graus
Sensação térmica: -5 graus
Colocar o dedo para o lado de fora da janela por mais de cinco minutos é caso de congelamento certo com direito a amputação depois, mas dentro do quarto tudo é calor. Tudo aconchegante com aquecedor ligado, vários edredons na cama, moleton, meias de lã...
De repente uma vontade imennnnnnnnsa de fazer xixi. A vontade de fazer xixi no frio aumenta drasticamente como se fosse um castigo divino de algo que ficou mal resolvido na última vida.
Como é mesmo o nome daquele penico que usam em hospitais para os doentes que não podem se levantar?* Porque eu não tenho um destes???
Tá, pensar essas besteiras não aliviará minha bexiga. Não tem jeito. Rastejo lentamente para fora da cama tentando me mexer o mínimo possível, para não espantar o calorzinho do corpo. O banheiro fica ali, a três cômodos do quarto, mas parecem quilômetros sem fim. Nem acendo as luzes e sigo tateando o caminho. E no terceiro passo para dentro do banheiro algo sai errado...
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH EU MATO ESSE FILHO DA P#T#. QUEM FOI O CORNO DO C###LH# QUE TOMOU BANHO E INUNDOU A M#RD# DO BANHEIRO?? QUEM FOI O DESGRAÇADO DE UMA P#RR# QUE SAIU DO BOX PINGANDO DEIXANDO POÇAS DO TAMANHO DE C#S NA P#RR# DO CHÃO DO C###LH#??? EU MATO!!! V##DO, FILHO DE UMA P#R#NH# DESGRAÇADA DE UMA P#RR#...
Meias molhadas!!!
Quase nada...
Fresca?? Eu????
Que isso... e nesse dia eu nem estava com TPM!!!
* O nome do tal penico de hospital é comadre!
No Rio de Janeiro há duas enchentes, duas. Uma delas é drama. Atingiu a mim, por exemplo, que moro na Lagoa e fiquei ilhado. Chato, muitos outros perderam a hora, tiveram de andar de barquinho, carros boiando. Super chato.A outra enchente é a tragédia. Barracos deslizando, famílias morrendo na lama. A catástrofe natural ilumina a catástrofe social. As pessoas não estão lá por imprudência, como dizem as autoridades, “ah, não medem o perigo”.
Não são imprudentes, são POBRES, não tem onde morar com segurança. A diferença entre drama e tragédia é que tragédia se encerra com a morte inevitável. No Rio há um tipo de tragédia que se repete como um drama sem fim.
O Rio fica mais visível não a luz do sol, com barquinhos na baia a deslizar. O Rio fica mais claro na chuva. Vemos a verdade que se esconde na paisagem. Uma cidade com a grande maioria de pobres e desamparados, a mercê de décadas de governantes irresponsáveis e corruptos.
Mas eles estão tranquilos, suas fichas sujas jamais serão exibidas, como vimos hoje (quarta) na Câmara Federal, que adiou o desejo de um milhão e meio de brasileiros.
Os irresponsáveis são até abraçados por político em campanha. Eles só esperam as águas baixarem e as notícias sumirem. Até outra tragédia em que a culpa é dos mortos.