sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Vai... pode ir...

GUSTAV KLIMT, pintura de 1907

"Quero a vida sempre assim com você perto de mim
Até o apagar da velha chama

E eu que era triste
Descrente deste mundo
Ao encontrar você eu conheci
O que é felicidade meu amor"


Ela mal conseguia respirar.
Estava, mais uma vez, passando por uma crise de ansiedade. Mas era diferente. Era uma felicidade inquietante, o coração aos pulos tentava digerir a notícia que esperara por algum tempo e finalmente acontecera.
Um e-mail no meio da tarde trouxe a alegria. Ela tinha um imenso sorriso e desconfiava que tão cedo ele nao deixaria seu rosto.
Depois do e-mail um telefonema para confirmar. E a única resposta que pode dar era: "Feliz, estou muito feliz. Muito Feliz. Muito feliz." Assim mesmo, repetidas vezes e em meios a suspiros.
E agora?
O que fazer com toda essa felicidade??
Tanto tempo, tanto tempo sem algo parecido. Fica aquela ruguinha no meio da testa imaginando o que podia vir depois de toda essa felicidade.
Não importa.
Ela sorri mais uma vez, desfaz a tal ruguinha e parte de braços abertos para descobrir o verdadeiro sentido da vida!!

3 comentários:

Andy Santana disse...

Passei para conhecer o seu blog,
o Klimt foi tema do desfile da minha amiga,
adorei aqui,
beijos

Betty Gaeta disse...

Oi Rê,
Adoro Klimt, um dos meus pintores favoritos.
Que homem misterioso é este que vale uma viagem de 2000 km?!? Fiquei curiosa.
Beijos 1000 e um fim de semana maravilhoso para vc.

www.gosto-disto.com

Marcos de Sousa disse...

Felicidade por amar de verdade... Existe felicidade melhor?

Beijos